Eu não te culpo por nada, nunca gostei de culpar as pessoas pelo que sinto, ou pelo o que me fazem sentir.
Não te culpo por não conseguir andar na mesma intensidade que eu, talvez não seja você que não consiga, acho que sou intensa demais. É mesmo difícil de acompanhar.
Não te culpo por não falar o que eu quero ouvir, por não ter as atitudes que eu desejaria que tivesse, não te culpo por ser quem é. Não te culpo por me fazer pensar em você todas as noites, e acreditar que por um instantes poderíamos ter dado certo. Eu culpo a mim, e a essa minha ingenuidade de ter olhar e acreditar que seria diferente dos outros, de acreditar que em você eu teria segurança. Mas nada disso aconteceu, e nem por um instante eu pensei em desisitr de você. Porque quando te olhei pela primeira vez, eu vi quem eu sempre sonhei alí na minha frente, e falei comigo mesmo. Eu não vou desistir de você, nem de mim, nem de nós.